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27 de agosto de 2019

Inquérito sobre morte do pastor Anderson segue em contradições

O inquérito que apura a morte do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal e cantora gospel Flordelis, ocorrida no último dia 16 de junho, segue sob investigação da Delegacia de Homicídios de Niterói-RJ. Nos depoimentos prestados à polícia, Flordelis se contradisse em vários pontos.


No primeiro, colhido no dia do assassinato, ela declarou que encontrava-se dormindo e acordou com o barulho de disparos. Como no bairro onde mora esse fato é comum, voltou a dormir. Minutos depois, ela acordou novamente, dessa vez por gritos vindos em sua casa. Após descer para ver o que acontecia, encontrou Anderson caído no chão da garagem com vários ferimentos.

 Em outra ocasião, Flordelis caiu em contradição, afirmando que chegou de um passeio com o marido, foi para o quarto de um dos filhos e teria conversado com o filho Ramon. Cerca de dez minutos depois, ouviu uma série de disparos de arma de fogo. Desta vez, Flordelis contou que ficou alguns minutos no quarto e depois, como Anderson não chegou, passou a pensar no pior. Alguns filhos teriam descido e avistaram Anderson alvejado na garagem. Nesta versão dos fatos, a deputada contou que os outros filhos não a deixaram descer, sendo que ela não chegou a ver o corpo do marido na garagem da residência.

 Outro fato que levantou suspeita ocorreu na última segunda-feira (26), quando o número do celular do pastor saiu dos grupos de WhatsApp dos quais ele participava. O telefone da vítima também está desaparecido desde o dia do crime.

Com relação a esse fato, também foram apresentadas diferentes versões. Uma delas aponta que o aparelho foi entregue à Flordelis no dia do crime. Outra afirma que o telefone foi visto com um dos filhos do casal. Uma terceira versão informa que a deputada atirou o aparelho da Ponte Rio-Niterói. 

Agora o próximo passo será a reconstituição do crime, que será realizada pela equipe de investigação da Delegacia de Homicídios de Niterói-RJ, que solicitou apoio da Interpol, a fim de saber a origem da arma usada no crime.


 Fontes: Gospel Prime / Pleno News / G1

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