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25 de julho de 2018

Altas temperaturas e baixa umidade contribuem para a propagação das chamas na Grécia


Alexis Tsipras, que é o atual primeiro-ministro da Grécia, se referiu ao incêndio como "uma tragédia indescritível". As chamas persistem desde segunda-feira (23) pela região de Ática, a leste de Atenas. 

Segundo balanço oficial divulgado pelas autoridades, até a tarde de terça-feira (24) 80 pessoas haviam morrido e cerca de 200 ficaram feridas. O fogo já destruiu centenas de casas, veículos e árvores e bloqueou rotas de fuga.

Para escapar do incêndio, muitas pessoas conduziram seus veículos entre espessas labaredas e outras centenas correram para o mar.

 Estima-se que o inverno relativamente seco seguido por um verão muito quente criaram um cenário perfeito para a geração e propagação rápida das chamas. "Mais de 15 incêndios começaram de forma simultânea em três frentes perto de Atenas e Mati", explicou o porta-voz do governo grego, Dimitris Tzanakpoulos.

 Enquanto autoridades trabalham para esclarecer a origem do fogo, vários países estão disponibilizando aviões, veículos e bombeiros para ajudar nos trabalhos de resgate e controle do fogo.

 A região mais afetada até agora é Mati, um popular balneário turístico localizado 40 quilômetros a leste de Atenas. Naquele local, além de vítimas fatais, foram contabilizados mais de mil edifícios e 300 veículos destruídos.


 Com informações de G1



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