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2 de setembro de 2018

Como fica a situação de Lula após a derrota no TSE

O registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer nas eleições deste ano foi recusado pelo Tribunal Superior Eleitoral. A votação, que foi veiculada na maioria dos noticiários em tempo real, culminou em 6 votos contrários ao registro e somente um voto a favor, proferido pelo ministro Edson Fachim.

 Como o TSE é a instância máxima da Justiça encarregada de julgar as candidaturas de presidenciáveis, a decisão tem efeito imediato e o PT está proibido de divulgar Lula como candidato, sob pena de sofrer sanções.

 A próxima tentativa do partido agora é entrar com recurso junto ao Supremo Tribunal Federal, na esperança de conseguir, através de uma liminar, que Lula possa concorrer como candidato sob judice, ou seja, até que a decisão final, de mérito, seja proferida pelo STF.

 A escolha dos ministros que apreciarão o recurso é feita por sorteio, o que favorecerá ao ex-presidente, uma vez que o ministro relator poderá, se quiser, decidir sozinho sobre a questão, concedendo ou não autorização para que Lula fique na disputa pela presidência.

 Caso a liminar seja concedida, existe o risco de que, se Lula obter mais de 50% dos votos no primeiro turno e a candidatura seja reprovada depois disso, a eleição poderá ser anulada e convocada uma nova.

De outro modo, se Lula ficar entre os dois primeiros, mas não vencer no primeiro turno, a posterior anulação obrigaria o TSE a realizar um segundo turno entre o segundo e terceiro colocados, independente dos percentuais de votação.

 A terceira hipótese, que o PT não deseja, é a recusa da decisão provisória. Esse sim, seria o fim da candidatura do ex-presidente.

 Limitações 


 Até que a questão seja analisada pelo STF, a candidatura de Lula está sob diversas limitações legais, entre elas a de não poder divulgar o ex-presidente como candidato.

Lula, a partir de agora, só pode aparecer na propaganda como um "apoiador", limitado a 36 segundos no horário eleitoral.


 Fontes: Veja e G1



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